Jenson Button dispensa adjetivos

No Bahrein, três em quatro. Em Barcelona, quatro em cinco. Em Mônaco, cinco em seis. E agora na Turquia, para manter o impressionante domínio, seis em sete. Jenson Button dispensa qualquer adjetivo este ano. Mais uma vitória incontestável, mais líder do que nunca. Chega a ser repetitivo falar das corridas do moço. Caminha a passos largos rumo ao título. A vantagem para Barrichello está na casa dos 26 pontos agora.

Falando nele… uma corrida para esquecer. Primeiro, o apagão na largada, exatamente como no GP da Austrália, que o fez cair várias posições. A partir daí, começou a correr atrás do prejuízo. Errou aos montes. Tocou roda com Kovalainen e rodou; depois, no mesmo ponto onde tentou ultrapassar o finlandês da McLaren, tocou-se com Sutil e danificou a asa dianteira. Por fim, abandonou na 47ª volta. A distância para Button na tabela só aumenta. No retrovisor do brasileiro, o alemãozinho da Red Bull cresce.

Button e Barrichello são dois extremos na Brawn. Por mais que Rubinho acredite que possa ser campeão, sabe que no fundo é praticamente impossível. Por outro lado, nem em seus mais belos sonhos Button imaginou uma temporada como essa, em uma equipe estreante que até o ano passado era a pior do grid.

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