GP da Alemanha de F1

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GP da Alemanha marca fim de semana de decisões na F-1

Antes mesmo do treino classificatório, o GP da Alemanha foi pautado por uma série de decisões. Ao perceber que não estavam rápidos como Ferrari e Red Bull, os pilotos da McLaren decidiram fazer na pista aquilo que seria possível: largar entre os seis primeiros e somar pontos. Tudo pela manutenção da liderança do Mundial, o que de fato aconteceu.

Na Red Bull, a pole de Sebastian Vettel fez o alemão tomar a sua própria decisão: não deixar que Fernando Alonso fizesse a primeira curva à sua frente, consciente que estava do crescimento técnico da Ferrari. Tanto que o piloto adotou uma tática feroz para cumprir seu objetivo, mas que não deu certo: com uma largada completamente em diagonal, tão preocupado em bloquear o rival, ele não apenas foi ultrapassado pelo espanhol, com permitiu que o terceiro no grid, Felipe Massa, tomasse a liderança da corrida.

Foi aí que a Ferrari, baseada na desvantagem numérica em relação aos rivais diretos na luta pelo título, tomou sua principal decisão no ano: escolheu o piloto do time que vai brigar pelo campeonato. Com a inversão de posições entre Massa e Alonso, o espanhol descontou sete pontos a mais e, dependendo do que acontecer na próxima corrida, pode terminar o GP da Hungria como o vice-líder do Mundial.

A decisão, que lembrou outras já tomadas pelo time italiano na era Schumacher, dividiu opiniões. O próprio alemão, a propósito, apoiou a opção do time onde correu por 11 anos. Outros pilotos, como o brasileiro Lucas Di Grassi, consideraram a manobra desnecessária. Polêmicas à parte, o fato é que a disputa continua aberta. E o crescimento da Ferrari coloca ainda mais tempero num campeonato que vinha sendo dominado por McLaren e Red Bull. E quem vencer no próximo domingo dará um passo decisivo para manter vivas as intenções de levantar a taça ao final da temporada.

Fonte: http://www.bridgestoneb1.com.br

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