Bridgestone dá dicas para enfrentar os buracos deixados pelas chuvas de verão

buraco

Além das condições adversas, temporais expõem motoristas a milhares de novas “armadilhas” no asfalto diariamente. Saiba como reduzir – ou até evitar – aborrecimentos

Além do sol forte e das temperaturas elevadas, o verão é também a época das pancadas de chuva, que podem transformar, em poucos minutos, ruas e avenidas em rios, casas em “piscinões” e carros em embarcações à deriva – como se tem visto, infelizmente, em diversos pontos do país nos últimos dias.

Fora o risco de ter o veículo inundado ou até arrastado pela enxurrada, o problema mais comum enfrentado pelos motoristas por causa das tempestades são os buracos. A cada temporal, a água abre centenas de novas crateras e aprofunda ainda mais as que já existem, tornando o asfalto um campo minado para pneus, rodas e sistemas de suspensão.

Entretanto, os problemas com os buracos ocorrem com maior frequência em vias onde o nível da água não está tão alto. Escondidos pela camada de água que se forma sobre o asfalto, essas depressões se tornam armadilhas imprevisíveis. Na intenção de deixar logo o trecho alagado para trás, o motorista imprime velocidades de 20 km/h, 30 km/h, ou até mais e, quando menos espera, sente pancada em uma das rodas.

Para não cair em uma dessas ciladas – ou, ao menos, reduzir os danos -, a Bridgestone recomenda alguns cuidados aos motoristas para não comprometer ainda mais o patrimônio e diminuir o risco de acidentes:

• A primeira recomendação, claro, é evitar passar por trechos onde o nível da água esteja na altura do centro da roda ou acima. Se não houver alternativa, o motorista deve passar pelo alagamento devagar, em primeira marcha, sem tirar o pé do acelerador (para que a água não seja aspirada pelo escapamento, o que pode danificar seriamente o motor), e longe dos ônibus e caminhões, já que as “marolas” levantadas por esses veículos são suficientes para fazer o carro flutuar ou até ser arrastado.

• Com tempo seco, ao se deparar com uma cratera à frente e não dispor de tempo para evitá-la, o motorista deve apenas tirar o pé do acelerador e manter o volante firmemente em linha reta, sem frear, evitando que a frente do carro abaixe e torne o impacto ainda maior.

• Se ao passar pelo buraco, seja em um trecho alagado ou não, o motorista perceber uma pancada seca em uma ou mais rodas, ou em outro ponto inferior do veículo, deve conduzi-lo calmamente até um lugar seguro para avaliar se houve algum dano aparente nos pneus, rodas, suspensão ou cárter do motor, principalmente. Em caso de vazamento de óleo ou de água, a recomendação é manter o veículo desligado e removê-lo até uma oficina.

• Se o pneu estourar ou esvaziar rapidamente, o motorista também deve apenas tirar o pé do acelerador e, sem frear de forma brusca, se dirigir ao acostamento para efetuar a troca – sempre se lembrando de sinalizar o local com o triângulo.

• No caso do pneu apresentar um corte em uma de suas laterais, o motorista deve substituí-lo por um novo. Há quem defenda que por meio de um conserto vulcanizado o pneu danificado possa ser reutilizado como estepe. A Bridgestone alerta que essa prática é totalmente desaconselhável, pois além da possibilidade de vazamento causado por um serviço malfeito – o que inviabilizaria o uso do estepe em uma emergência -, o desbalanceamento do pneu causado pelo remendo pode provocar trepidações no volante, danos à suspensão e até o estouro em alta velocidade, se o reparo se soltar.

• Se o impacto afetar a roda, é possível desamassá-la, se for de aço e o dano pequeno. Para as rodas de liga leve, a recomendação também é a troca. Em casos especiais (como rodas fora de linha), pode-se recorrer aos serviços especializados, que analisam se é possível reconstituir o local danificado ou se a peça teve sua estrutura comprometida.

• Depois de cair em um buraco, mesmo que não perceba qualquer estrago aparente ou que o carro esteja “puxando” para um dos lados, a Bridgestone recomenda que o veículo seja levado até uma loja especializada para conferir o alinhamento e o balanceamento das rodas, além de uma inspeção minuciosa na parte inferior da carroceria e do motor.

• Importante lembrar que espalhar pedras em pontos obscuros de rodovias ou mesmo nas cidades é uma tática muito utilizada por assaltantes para surpreender os motoristas ao pararem para verificar os danos ou trocar um pneu estourado. Ao se deparar com uma situação assim, melhor a fazer é continuar rodando até encontrar um local confiável como um posto de serviços ou da polícia, mesmo que os quatro pneus estejam vazios. É muito mais seguro ter de arcar com o prejuízo do que ficar entregue à ação dos bandidos.

Para saber qual o pneu ideal para o seu veículo ou a loja da Rede Autorizada Bridgestone Firestone mais próxima, visite o nosso site: www.bridgestone.com.br

Sobre a Bridgestone – Com sede em Tóquio (Japão), a Bridgestone é a maior fabricante mundial de pneus e detentora das marcas Bridgestone e Firestone, com faturamento de US$ 28 bilhões em 2009. Emprega 138 mil funcionários no mundo e mantém operações em 22 países. No Brasil, produz pneus para todos os segmentos em suas fábricas de Santo André (SP) e de Camaçari (BA), que juntas atingem capacidade de produção de 42 mil pneus/dia.

1 Comentário »

  1. Joaquim Esteves Escreveu:

    Gostaria de fazer o seguinte comentário.
    Tenho um SPACEFOX 2009 calçado com pneus Bridgestone e não obstante ter rodado 77.000 kms sem nenhum problema, de acordo com o gerente da loja onde costumo trocar pneus,
    ainda tenho pneu para rodas mais 10.000 kms no minimo.
    É de fato um pneu de qualidade desfazendo um mito que eu tinha de que o pneu Pirelli era o melhor. Agora só BRIDGESTONE.

    J.Esteves

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