O GP da Hungria teve um certo ar de nostalgia recente. Não parecia fazer parte da temporada das surpresas, da Brawn e da Red Bull, dos vexames de Ferrari e McLaren. A décima etapa do Mundial de F-1 teve, finalmente, uma equipe dita “grande” no alto do pódio. E outra em segundo lugar.
O acidente de Felipe Massa no treino classificatório deste sábado, em Hungaroring, foi um dos mais esquisitos e infelizes que eu já vi. A falta de sorte de ter a cabeça atingida pela peça que se soltou do carro de Rubens Barrichello foi impressionante.
Foi daquelas vitórias para lavar a alma. O primeiro triunfo de Mark Webber na F-1 veio depois de 130 GPs. É um recorde. Até então, o piloto que mais tempo levou para vencer foi Rubens Barrichello, que subiu ao lugar mais alto do pódio na 124ª corrida da carreira, curiosamente também num GP da Alemanha, em 2000.
Atenção, pessoal de São Paulo que curte a F-Truck. A Prefeitura da cidade assinou nesta semana contrato com a categoria garantindo a etapa de Interlagos até 2012.
E deu Ganassi na etapa de Richmond da F-Indy, mas o vencedor não foi Dario Franchitti. O companheiro Scott Dixon levou a melhor dessa vez, ganhando a posição de Franchitti nos boxes, em uma das eventuais bandeiras amarelas, como mostra a foto. O escocês completou em segundo.